14 de dezembro de 2010

O clássico das estrelas

Um dos maiores clássicos do futebol mundial movimentou uma segunda-feira atípica na Espanha



 Segundas-feiras normalmente são dias em que todos lamentam. Afinal, o fim de semana acabou e todos voltam a sua rotina, de trabalho, estudo, seja o que for. Mas na segunda-feira, 29 de novembro, os torcedores de Barcelona e Real Madrid não viveriam um dia típico. Muito pelo contrário. Aquela segunda-feira era o palco do maior clássico do país. O time da Catalunha e o time da capital iriam se enfrentar. Não havia um só espanhol que não sabia a grandiosidade e a importância dessa partida de futebol. Porque afinal, essa disputa carrega consigo toda uma história, de duas regiões, de duas cidades, de duas culturas. 

Um jogo no qual esporte, política e cultura estão enraizados
Um Barça-Madrid é muito mais do que uma disputa entre 22 homens uniformizados por um objeto esférico. O Barcelona Fútbol Club representa e sempre defendeu a região da Catalunha, considerada pela maioria de seus habitantes um país, com língua, bandeira e cultura própria.


O Real Madrid Club de Fútbol representa a capital da Espanha, e foi usado pelo General Franco como símbolo durante a ditadura. Ditadura esta, que oprimiu a Catalunha, proibiu a língua catalã e a exibição da bandeira dessa região. Ditadura essa que fuzilou um presidente do Barcelona Fútbol Club. E este mesmo clube, era o único local público onde os catalães podiam falar sua língua e viver sem opressão. Estes são alguns dos itens para se tentar entender a grandiosidade e toda uma história que esse clássico carrega.




100 mil dentro do estádio, 400 milhões diante da TV
Presenciando aquele espetáculo esportivo no belíssimo e moderno estádio do Camp Nou, naquela segunda-feira, 29 de novembro, estavam quase 100 mil culè – como são conhecidos os torcedores do Barcelona.. Não tão longe dali, em 72 cinemas espalhados pelo país, outros espanhóis também acompanhavam aquela partida, recheada de história.

Mais longe ainda, espalhados pelo globo terrestre, outras 400 milhões de pessoas também assistiam a partida pela TV. Afinal, emissoras de 29 países e 900 jornalistas estavam no Camp Nou para tentar passar a emoção e a intensidade de um jogo para aqueles que não puderam presenciar tamanho espetáculo.



Os melhores do mundo em campo
Considerando apenas o futebol, aquela partida já era digna de parar uma segunda-feira. Entre os 22 homens que começaram a batalha apenas um deles não havia disputado a Copa do Mundo, em julho, na África do Sul. 14 deles haviam sido campeões mundiais pela Espanha. O melhor jogador do mundo da atualidade estaria em campo, o argentino Lionel Messi. Também jogaria, o quase tão bom Cristiano Ronaldo. O Barcelona é considerado por muitos o melhor time do século, não apenas por conquistar títulos, mas por apresentar o futebol mais bonito do mundo. Assim, no mínimo pelo futebol, já se esperava uma grande partida.


Barcelona ensina ao mundo o que é futebol de verdade

Todavia, o que se viu, foi muito mais do que uma partida. Foi um espetáculo circense. Ver o Barcelona ganhar de 5 a 0 do Real Madrid foi como ver uma exibição do Cirque du Soleil, companhia circense que não utiliza animais.  E é conhecida pelo seu brilhantismo que choca e encanta a todos, fazendo performances de deixar a platéia boquiaberta se perguntando ‘como eles fazem isso¿’.  O Barcelona faz algo parecido dentro de campo. Os culè fazem o futebol parecer bobo de tão fácil. Os jogadores tocam a bola com tamanha precisão e delicadeza que parecem dançar. O dinamismo, a postura, a graça, com que aqueles artistas do futebol tratam a bola impressiona, comove, emociona. A própria bola, acostumada a sofrer nos pés de quem não tem talento, se exibe aos espectadores ao ser tratada com tanto carinho. 
O Barcelona não joga o futebol de guerreiros, o Barcelona exibe um futebol de artistas, dançarinos, um futebol circense. Lionel Messi, aquele homem baixinho de 23 anos, deixa homens vividos com olhinhos de criança contemplando o brinquedo novo. Aquele brilho no olhar, de felicidade, espanto, tamanha a graciosidade com que joga Futebol. Isso mesmo, Futebol, com F maiúsculo, porque futebol jogam os outros times, o Barcelona joga um futebol tão superior que merece ser diferenciado dos demais. E assim, se exibindo, tocando a bola de pé em pé, entortando os adversários, deixando pra trás até mesmo aqueles que irritados com tamanha superioridade tentam machucar o rival, que o Barcelona foi botando a bola no gol do Real Madrid. Cada gol um ato, uma dança, um espetáculo do Cirque du Soleil. Vendo tamanha habilidade não sobrou nada ao Real Madrid a não ser assistir e tentar aprender a jogar o verdadeiro Futebol.
Agradecidos. Foram assim que se sentiram os quase 100 mil presentes e os 400 milhões que contemplaram a partida diante da Tv. Até mesmo os que torceram para o Real Madrid estavam gratos por ter tido o privilégio de ver. Não tem uma só alma, um só amante do futebol, seja de qual país, cultura, torcedor de qualquer time, que não admire a filosofia, o estilo, a magia, com que o Barcelona joga Futebol.  

A vitória dos 'homens' sobre os meninos. De novo. Manchester United 1 x 0 Arsenal

A semana antes do jogo

O frio que fez essa semana na Inglaterra não prometia entrar em campo. Enquanto o momento do embate entre Manchester United e Arsenal não chegava, jogadores e técnicos dos times trocavam farpas fora das quatro linhas.

Evra provocou Arsene Wenger ao dizer que o técnico dos Gunners não será campeão com um elenco de "garotos". Em 2009, o lateral esquerdo do Manchester United já havia dito que a vitória por 3 a 1, em Londres, pela Liga dos Campeões, foi de um time de homens sobre outro... de meninos. E no bate-boca entre franceses, Wenger pediu respeito, contra-atacando. 

Nasri e o polêmico snood
Não demorou a receber mais chumbo dos Red Devils. O técnico do Arsenal ouviu médicos e orientou seus jogadores a usarem o snood, proteção para o pescoço cada vez mais comum. Assim, cai o risco de adoecerem pelo frio. E o que disse Ferguson? Simplesmente que homens de verdade não usam o acessório recomendado pelo rival. Rio Ferdinand, capitão do United, afirmou após a ordem que nenhum jogador do time pisará o gramado com o pescoço envolvido pela peça. E tome manchete nos jornais da Inglaterra. Veja aqui 
Alex Ferguson x Arsene Wenger 
Arsene Wenger ainda iria enfrentar o retrospecto desfavorável.  Este será o confronto 43 entre ele e o escocês. Ferguson venceu 17, o francês 14. Foram 11 empates. Pior: em seus últimos 10 jogos contra o United e Chelsea, vejam o que aconteceu ao Arsenal: 1 Empate, 9 Derrotas, 9 gols marcados, 22 Gols sofridos.
Wenger tentaria repetir 17 de setembro de 2006, data do seu último triunfo na casa do rival, 1 a 0, gol a quatro minutos do final, marcado por Adebayor, hoje no Manchester City. Não será fácil. Vale a liderança do campeonato, que é dos londrinos, com um jogo a mais. (Fonte: Blog do Mauro César Pereira)



Momentos antes...


A principal dúvida antes da partida seria se Fabregas iria ou não estar a disposição dos Gunners. E se tivesse, se começaria jogando. 
Pelo lado dos Red Devils, o mistério era menor. Só se questionava se Anderson ou Scholes começaria jogando.
O jovem goleiro Szczesny entrou no lugar de Fabianski
As dúvidas foram respondidas pouco antes do apito inicial. Fabregas começaria no banco e do lado do United Anderson começaria jogando. Alex Ferguson ainda fez outra alteração deixando Berbatov começar no banco, e fortalecendo seu meio de campo com Fletcher.
Mas a surpresa maior seria a entrada do terceiro goleiro Wojciech Szczesny, polonês de 20 anos, de 1,96m, no lugar de Fabianski que vinha substituindo o goleiro Almunia. 

Antes do jogo Solskjaer, ex-jogador do Manchester United, recebeu homenagem. Ele deixou o comando do time B dos Reds Devils para treinar o Molde, clube de seu país natal, a Noruega. 

Beckham e Neville na torcida



No estádio estavam torcedores ilustres. 23 dos 33 mineiros chilenos (siiiiiim, aqueeeeles mineiros), além de David Beckham ex Red Devil, que assistiu o jogo ao lado de Neville, que ainda atua pelo United. Quem também estava de olho na partida era Fabio Capello, técnico da Inglaterra. 

23 mineiros chinelos prestigiaram a partida


O embate 
Fonte: Trivela

Foi suado: afinal de contas, a equipe teve de superar a pressão do Arsenal. Além disso, um pênalti ainda foi desperdiçado. Mas o Manchester United conseguiu superar tudo, e venceu os Gunners por 1 a 0, nesta segunda-feira, no jogo que fechou a 17ª rodada do Campeonato Inglês. O resultado fez com que o time de Alex Ferguson voltasse à primeira posição da Premier League, tendo 34 pontos - e um jogo a menos do que Arsenal e Manchester City, ambos com 32.

Jogando em casa, o United já tentou pressionar. Aos sete minutos, em passe pelo meio, Park Ji-Sung fez o corta-luz para Anderson. Este deixou com Nani, que vinha pela direita. O  português chegou à linha de fundo e cruzou, mas o goleiro Wojciech Szczesny defendeu saindo do gol. Logo depois, aos nove minutos, Wayne Rooney recebeu passe longo, perto da meia-lua. O atacante dominou, virou-se para o gol e bateu, mas Szczesny agarrou com segurança.

O Arsenal só responderia aos 10 minutos, quando Andriy Arshavin veio pela esquerda, e cruzou a bola para a área. Escapando da marcação de Nemanja Vidic, Marouane Chamakh mergulhou para cabecear, mas o goleiro Edwin van der Sar defendeu. O United respondeu aos 13 minutos: Nani cobrou falta de longe, e Szczesny defendeu.

Sem que o Arsenal conseguisse criar chances reais de gol, o time anfitrião acalmou o jogo. Porém, ainda conseguia criar oportunidades de gol, como aos 22 minutos. Anderson desviou  de cabeça, e Darren Fletcher pegou a bola, pela direita, cruzando para a área. Sébastien Squillaci tentou tirar a bola de cabeça, mas ela sobrou com Nani, que bateu cruzado. A bola passou rente à trave direita de Szczesny, em grande chance. Na sequência, Rooney chutou da esquerda, mas o goleiro do Arsenal defendeu com tranquilidade, encaixando a bola.



Os Red Devils continuaram levando o jogo com calma, sem que a meta de Van der Sar fosse ameaçada. E, aos 40 minutos, veio o gol. Pela direita, Nani recebeu a bola e foi chegando à área, marcado por Gaël Clichy. O atacante arriscou o chute, após entrar na área, e, após desvio em Clichy, Park tocou com a cabeça. A bola encobriu Szczesny, e entrou lentamente na rede, abrindo o placar em Old Trafford.

Atrás no placar, o Arsenal começou atacando na etapa complementar. Aos três minutos, Tomas Rosicky dominou a bola e arriscou chute cruzado, de média distância, que passou perto do gol de Van der Sar. Aos cinco minutos, a pressão continuou: Samir Nasri chegou à linha de fundo, driblou um defensor e cruzou, mas Van der Sar se antecipou ao ataque e defendeu. No instante seguinte, Bacary Sagna recebeu pela direita e cruzou, mas, antes que Arshavin cabeceasse, Rafael tirou a bola pela linha de fundo.

Contudo, aos oito minutos, o United chegou mais uma vez ao ataque. Anderson carregou a bola pelo meio, chegou à área e tocou a Rooney. O atacante devolveu ao meio-campista, que entrou livre e quis tocar para o gol, mas Szczesny saiu bem e desviou a bola.

E, aos onze minutos, o Arsenal conseguiu sua melhor oportunidade de gol. Nasri recebeu a bola pela esquerda, e arriscou chute cruzado. A bola passou pela defesa, e Van der Sar rebateu, apenas, espalmando para o lado esquerdo. Na sequência, Rosicky quase concluiu para o gol, mas Vidic prensou o chute, mandando para a linha de fundo e evitando o empate.

Os Red Devils responderam aos 14 minutos, em rápido contra-ataque. Anderson recuperou a bola, saiu correndo com o domínio dela e passou a Nani, pela direita. O português foi desarmado por Clichy, ao tentar cortá-lo, mas recuperou a bola e saiu na cara de Szczesny. Porém, seu chute saiu por cima do gol.

O Arsenal, por sua vez, decidiu apostar no ataque, com as entradas de Cesc Fàbregas e Robin van Persie, nos respectivos lugares de Rosicky e Jack Wilshere. E quase conseguiu o empate aos 20 minutos, quando o holandês recebeu a bola na pequena área. Porém, Van Persie perdeu o domínio.


Mas o United seria beneficiado pelo destino, aos 27 minutos. Em contra-ataque, Nani recebeu a bola na esquerda, entrou pela área e chegou à linha de fundo. Tentando o cruzamento, o atacante tocou levemente na bola, e ela bateu no braço de Clichy. O árbitro Howard Webb, então, foi alertado pelo auxiliar e apitou o pênalti. Porém, a aparente ajuda de nada serviria: Rooney faria uma cobrança muito forte, e mandou a bola por cima do gol de Szczesny.
 Entusiasmado, o Arsenal foi à frente em busca do empate. Aos 36 minutos, Fàbregas cobrou falta, e Squillaci cabeceou fraco, para a defesa de Van der Sar. Por outro lado, o time oferecia espaços para o contra-ataque do Manchester United. Como aos 41, quando Rooney recebeu a bola pela direita e tentou encobrir Szczesny, mas o goleiro conseguiu defender.

O time visitante ainda tentou chegar ao gol, em rápidos ataques. Porém, a defesa do Manchester conseguiu repeli-los. E o time voltou à liderança.



6 de dezembro de 2010

Fluminense: campeão brasileiro de 2010

Não é porque eu sou Flamenguista que não acho que o Fluminense merecia ganhar. Mesmo dando uns super vacilos e no final, ter deixado o Corinthians e Cruzeiro encostarem, o Muricy mostrou porque é um técnico brilhante e deu o título ao Flu. Conca foi o craque do campeonato, muito triste para o futebol brasileiro ter considerado o camisa 10 da temporada um jogador não-brasileiro. Mas, quem o único brasileiro que poderia ter superado Conca era o Ganso que não jogou por estar machucado. Então... o argentino merece que deem a ele muito crédito pela conquista. Acho que ele e o Muricy merecem este título. 
Fred mesmo não tendo jogado váááááááários jogos, mostrou ontem, principalmente fora de campo após ser substituito e ficar feito um louco do lado de fora, que também tinha atitude de um guerreiro.
Além do Fluminense merecer o título, os cariocas mereciam um motivo para comemorar depois de tanto horror vivido nos últimos tempos.
E por isso espero que o Goiás perca do Indepediente e deixe meu time ir pra Sulamericana.




Enfim, em agosto encontrei o time do Flu no aeroporto de Congonhas e bati algumas fotos com alguns jogadores e com o Muricy:


Muricy
Deco


Coração Valente: Washington

4 de novembro de 2010

4a. Rodada Champions League: Grupo G - Auxerre x Ajax

Grupo G - Auxerre 2x1 Ajax

Auxerre consegue sua primeira vitória na Champios e faz incrivelmente, 2 a 1 no Ajax


Os torcedores do Ajax com certeza esperavam uma vitória, e casa o Real Madrid também vencesse, terminar a quarta rodada da Champions na vice-liderança. Mas, como você já sabe pelo menos metade disso, nada disso ocorreu.

Os franceses ganharam mas continuam com pouquíssimas chances de classificação pras oitavas de final, na última posição do grupo. Os holandeses permanecerem no terceiro lugar, com quatro pontos.

O primeiro gol do Auxerre, veio aos nove minutos com Sammaritano. Um bom samaritano não?! Stekelenburg (s2) foi atrapelado por Vertonghen e não teve com defender o chute. Ajax pressionou e conseguiu empatar aos 34. Luis Suárez o 'goleiro' uruguaio da copa cobrou falta na área e Alderweireld colocou no fundo do gol. Mas aos 39, Stekelenburg nada pode fazer quando Chafni cobrou falta para o Auxerre e Langil completou.




Auxerre 2x1 Ajax


Local: Abbé-Deschamps, em Auxerre
Data: 03/11, quarta-feira
Árbitro: Mark Clattenburg (ING)
Gols: Frédéric Sammaritano aos 9'/1T e Steeven Langil aos 39'/2T (Auxerre); Toby Alderweireld aos 34'/2T (Ajax)
Cartões amarelos: Gregory van der Wiel, Jan Vertonghen e Luis Suárez (Ajax)

Auxerre
Olivier Sorin, Cédric Hengbart, Adama Coulibaly, Stéphane Grichting e Dariusz Dudka; Roy Contout (Kamel Chafni aos 35'/2T), Benoît Pedretti, Delvin Ndinga e Valter Birsa; Frédéric Sammaritano (Jérémy Berthod aos 41'/2T) e Julien Quercia (Steeven Langil aos 18'/2T). Técnico: Jean Fernandez.

Ajax
Maarten Stekelenburg, Gregory van der Wiel, Toby Alderweireld, Jan Vertonghen e Vurnon Anita (Miralem Sulejmani aos 13'/2T); Eyong Enoh (Siem de Jong, no intervalo), Demy de Zeeuw (Christian Eriksen aos 38'/2T) e Rasmus Lindgren; Luis Suárez, Mounir El Hamdaoui e Urby Emanuelson. Técnico: Martin Jol.

4a. Rodada Champions League: Grupo E

Bayern goleia e se classifica e goleiro do Roma faz milagre pra manter vitória


Cluj 0 x 4 Bayern Munich

Um Mario Gomez inspirado fez um hat-trick e Muller completou a goleada em cima do Cluj na Romênia.

















Com a vitória, o Bayern manteve 100% de aproveitamento no Grupo e chegou aos 12 pontos na tabela de classificação. O Cluj caiu para a última colocação, com três. O resultado garantiu a equipe bávara nas oitavas de final da Liga dos Campeões. A briga pela outra vaga ficou entre os romenos, o Basel e o Roma.

Cluj 0x4 Bayern Munique
Local: Constantin Radulescu, em Cluj
Data: 03/11, quarta-feira
Árbitro: Serge Gumienny (BEL)
Gols: Mario Gómez aos 12’/1T, aos 24’/1T e aos 26’/2T e Thomas Müller aos 45’/2T (Bayern).
Cartões amarelos: Andreas Ottl, Bastian Schweinsteiger e Martín Demichelis (Bayern Munique); Rafael Bastos e Lacina Traoré (Cluj)

Bayern Munique
Hans-Jörg Butt, Philipp Lahm, Daniel Van Buyten, Martín Demichelis e Danijel Pranjic; Anatoliy Tymoshchuk, Andreas Ottl, Hamit Altintop, Bastian Schweinsteiger (Thomas Müller aos 30’/2T) e Toni Kroos; Mario Gómez. Técnico: Louis van Gaal.

Cluj
Eduard Stăncioiu, Ionut Rada, Felice Piccolo, Cadú (Tony aos 33’/2T) e Cristian Panin; Juan Culio, Rafael Bastos (Ioan Hora aos 1’/2T), Emil Dica (Edimar aos 1’/2T) e Tomás Costa; Roberto de Zerbi e Lacina Traoré. Técnico: Sorin Cartu.





Basel 2 x 3 Roma
O tenista Roger Federer viu seu time perder para os italianos ontem, na Basiléia, Suíça. Julio Sergio, goleiro brasileiro do Roma foi fundamental para que a equipe não cedesse o empate.
O Basel começou pressionando mas foi Roma quem abriu o placar, aos 16 minutos, com Menez. 8 minutos depois, Riise foi derrubado na área. Totti converteu e fez 2 a 0.
No segundo tempo, Frei diminuiu para os suíços. Sete minutos depois, Greco fez o terceiro dos italianos. Aos 38, Shaqiri aproveitou bate-rebate na área para diminuir, 3 a 2.

Basel 2x3 Roma
Local: St. Jacob-Park, em Basileia
Data: 03/11, quarta-feira
Árbitro: Björn Kuipers (HOL)
Gols: Alexander Frei aos 24’/2T e Xherdan Shaqiri aos 38’/2T (Basel); Jérémy Menez aos 16’/1T, Francesco Totti aos 25’/1T e Leandro Greco aos 31’/2T (Roma)
Cartões amarelos: Valentin Stocker e Marco Streller (Basel); Marco Cassetti, Simone Perrotta, Jérémy Menez (Roma)
Cartão vermelho: Valentin Stocker (Basel)

Basel
Franco Costanzo; Samuel Inkoom, David Abraham, Beg Ferati (Scott Chipperfield aos 43’/2T) e Behrang Safari; Xherdan Shaqiri, Benjamin Huggel, Gilles Yapi Yapo e Valentin Stocker; Alexander Frei e Marco Streller. Técnico: Thorsten Fink.

Roma
Júlio Sérgio; Marco Cassetti, Juan, Nicolás Burdisso (Guillermo Burdisso aos 36’/2T) e John Arne Riise; Jérémy Menez (Leandro Greco aos 30’/2T), Daniele De Rossi, Fábio Simplício e Simone Perrotta; Francesco Totti e Mirko Vucinic (Marco Borriello aos 25’/2T). Técnico: Cláudio Ranieri.

4a. Rodada Champions League: Grupo H

Grupo H

Shakhtar Mascou 2 x 1 Arsenal

Eduardo da Silva marca, e Shakhtar acaba com invencibilidade do Arsenal.
Na terceira rodada, quando o Arsenal goleou o Shakhtar por 5x1, Eduardo da Silva fez o gol de honra e foi aplaudido de pé pelos ingleses. (Eduardo jogou no Arsenal entre 2007 e 2010) O mesmo Eduardo fez o gol que definiu a partida de ontem, 2 a 1 Shakhtar. Será que os torcedores dos gunners continuam amando Eduardo¿ O croata-brasileiro acabou com os 100% de aproveitamento do Arsenal, mas comemorou discretamente em respeito ao ex-clube.

 O placar se abriu com um belo gol de Walcott pelo Chelsea. A jogada do gol do empate começou com Jadson, que bateu falta para a área e Chygrynskiy marcou de cabeça, aos 28. No último minuto da etapa inicial, Eduardo, recebeu cruzamento de Darijo Srna e completou de canhota, sem defesa para Fabianski: 2 a 1.

O resultado deixou Arsenal e Shakhtar empatados na primeira colocação da chave com nove pontos, em quatro rodadas. O segundo lugar é do Braga.




Shakhtar Donetsk 2x1 Arsenal
Local: Donbass Arena, em Donetsk
Data: 03/11, quarta-feira
Árbitro: Massimo Busacca (SUI)
Gols: Craig Eastmond, contra, aos 28'/1T e Eduardo da Silva aos 45'/1T (Shakhtar); Theo Walcott aos 10'/1T (Arsenal)

 Cartões amarelos: Tomás Hübschman, Olexiy Gay e Razvan Rat (Shakhtar); Emmanuel Eboué (Arsenal)

Shakhtar Donetsk
Andriy Pyatov, Darijo Srna, Dmytro Chygrynskiy, Yaroslav Rakitskiy e Razvan Rat; Olexiy Gay (Alex Teixeira aos 17'/2T), Tomás Hübschman, Willian, Jadson (Douglas Costa aos 28'/2T) e Eduardo da Silva; Luiz Adriano (Marcelo Moreno aos 43'/2T). Técnico: Mircea Lucescu.

Arsenal
Lukasz Fabianski, Emmanuel Eboué, Sébastien Squilacci, Johan Djorou e Gaël Clichy; Craig Eastmond (Carlos Vela aos 14'/2T), Jack Wilshere, Theo Walcott (jay Emmanuel-Thomas aos 37'/2T), Tomás Rosicky e Sami Nasri; Nicklas Bendtner (Marouane Chamack aos 28'/2T). Técnico: Arsène Wenger.

Partizan 0x1 Braga


  Na Sérvia, o zagueiro Moisés garantiu o 1 a 0 do Braga sobre o Partizan com gol de cabeça aos 35 do primeiro tempo, após cobrança de falta de Luis Aguiar.
O Braga conquistou uma vitória importantíssima nesta quarta-feira, fora de casa, por 1 a 0 contra o Partizan. Perdendo ou empatando se distanciaria demais dos líderes Arsenal e Shakhtar Donetsk.Após quatro rodadas, as duas equipes somam nove pontos no Grupo H, mas o Arsenal leva vantagem no saldo de gols (12x1) e por isso lidera. Na sequência vem o Braga, com seis pontos, e Partizan, ainda zerado.


Partizan 0x1 Braga
Local: Partizan, em Belgrado
Data: 03/nov, quarta-feira
Árbitro: Martin Hansson (SUE)
Gols: Moisés aos 35'/1T (Braga)
Cartões amarelos: Almani Moreira, Ivica Iliev Radosav Petrovic (Partizan); Moisés (Braga)

Partizan
Vladimir Stojkovic, Aleksandr Miljkovic, Marko Jovanovic, Mladen Krstaijc e Aleksandar Lazevski; Almani Moreira, Ivica Iliev (Marko Scepovic aos 33'/2T), Radosav Petrovic e Sasa Ilic; Pierre Boya (Stefan Babovic aos 14'/2T) e Cléo. Técnico: Aleksandar Stanojevic.

Braga
Felipe, Sílvio, Moisés, Alberto Rodríguez e Elderson; Vandinho, Luis Aguiar, Alan (Andrés Madrid aos 23'/2T), Márcio Mossoró (Leandro Salino aos 6'/2T) e Paulo César; Matheus (Lima aos 43'/2T). Técnico: Domingos Paciência.

Próxima Rodada

A quinta rodada do Grupo H será no dia 23: os Gunners visitam o Braga em Portugal, enquanto o Partizan recebe o Shakhtar. Em 8 de dezembro, a primeira fase termina com Arsenal x Partizan e Shakhtar x Braga.

4a. Rodada Champions League: Grupo F

Grupo F

Chelsea 4 x 1 Spartak Moscou


 


Sem quarto jogadores importantes, Malouda, Lampard, Terry e Essien, os Blues demoraram um tempo inteiro para abrir o marcado em Stamford Bridge. Depois, na segunda etapa, afirmaram a superioridade e garantiram o 100% de aproveitamento com gols de Anelka, Drogba (pênalti) e Ivanovic, duas vezes. Bazhenov descontou para o Spartak. Anelka marcou seu quinto gol nessa edição da Champions, empatado com Messi, o artilheiro é Eto’o da Internazionale, com 7 gols.
Após quatro rodadas do Grupo F, o Chelsea soma agora 12 pontos. Para o Spartak, os resultados obrigam a pelo menos empatar com o Olympique de Marselha na próxima rodada, dia 23, em Moscou, para se manterem à frente no confronto direto já que, se depender do saldo de gols, a vantagem será francesa (5 a 0). Ambos somam seis pontos, mas os russos estão à frente por conta da vitória no estádio Velodrome. O Chelsea, que recebe o Zilina, só perde a primeira colocação em caso de um desastre.


Chelsea 4x1 Spartak Moscou
Local: Stamford Bridge, em Londres
Data: 03/11, quarta-feira
Árbitro: Cünet Çakir (TUR)
Gols: Nicolas Anelka aos 3'/2T, Didier Drogba aos 15'/2T e Branislav Ivanovic aos 21'/2T e aos 47'/2T(Chelsea); Nikhita Bazhenov aos 40'/2T (Spartak Moscou)
Cartões amarelos: John Obi Mikel (Chelsea); Dimitar Kombarov e Andrei Ivanov (Spartak Moscou)

Chelsea
Petf Cech, Paulo Ferreira, Branislav Ivanovic, Alex e Ashley Cole; John Obi Mikel (Joshua McEachran aos 24'/2T), Ramires e Yuri Zhirkov; Salomon Kalou, Didier Drogba (Daniel Sturridge aos 30'/2T) e Nicolas Anelka (Gaël Kakuta aos 30'/2T). Técnico: Carlo Ancelotti.

Spartak Moscou
Andriy Dykan, Andrei Ivanov, Nicolás Pareja, Marek Suchy e Evgeni Makeev; Aleksandr Sheshukov (Nikola Drincic aos 22'/2T), Ibson, Aiden McGeady, Alex (Aleksandar Kozlov aos 22'/2T) e Dimitar Kombarov (Nikhita Bazhenov aos 34'/2T); Welliton. Técnico: Valery Karpin.

CARLO ANCELOTTI
O técnico do Chelsea se rende a Anelka no Chelsea: "Ele está em sua melhor forma e em seu melhor momento na carreira. Anelka foi a chave para conseguirmos esta vitória”.
O treinador também disse que o time precisa melhorar, o que, em sua visão, não é o caso de Anelka e Didier Drogba. "Nós precisamos evoluir como equipe, mas não individualmente no caso de jogadores como Nic [Anelka] e Didier".
Mesmo sendo primeiro colocado na Premier League, Ancelotti disse que o objetivo da temporada é jogar a final em Wembley, em Londres. (E de preferência sair com a vitória, nunca um clube londrino ganhou a Champions League)
- Objetivo do Chelsea é jogar a final da Liga dos Campeões em Wembley. Eu espero que possamos começar e terminar a temporada lá - disse Ancelotti .


Zilina 0 x 7 Olympique de Marseille

Também pelo grupo F, o Olympique de Marseille massacrou o Zilina, 7 a 0, na na Eslováquia.
 O atacante Gignac foi o grande destaque, fazendo hattrick (três gols). Lucho González, duas vezes, Heinze e Rémy completaram o placar.

Com a goleada, a maior dessa edição da CL, a equipe francesa chega aos seis pontos no grupo F, empatado na segunda posição da chave com o Spartak Moscou.
Na próxima rodada, o Olympique de Marselha visita o Spartak Moscou, em duelo direto pela segunda vaga do grupo. Já o Zilina encara fora de casa o Chelsea.




Zilina 0x7 Olympique de Marseille
Local: MSK Zilina, em Zilina
Data: 03/11, quarta-feira
Árbitro: Stefan Johannesson (SUE)
Gols: Andre-Pierre Gignac aos 12’/1T, 21’/1T e 9’/2T, Gabriel Heinze aos 24’/1T, Loic Rémy aos 36’/1T e Lucho González aos 7’/2T e 18’/2T (Olympique de Marseille)
Cartão amarelo: Mário Pecalka (Zilina)

Zilina
Martin Dúbravka, Stanislav Angelovic, Mário Pecalka, Onderej Sourek, Vladimir Leitner; Robert Jez, Sergio Vittor (Stefan Zosák aos 34’/1T), Babatounde Bello e Admir Vladavic (Roman Gergel aos 15’/2T); Momodou Ceesay (Tomás Majtán aos 33’/2T) e Tomas Oravec. Técnico: Pavel Hapal.

Olympique de Marseille
Steve Mandanda, César Azpilicueta, Souleymane Diawara, Stéphane Mbia e Gabriel Heinze (Taye Taiwo aos 17’/2T); Charles Kaboré, Lucho González e Benoit Cheyrou; Mathieu Valbuena (André Ayew aos 17’/2T), Andre-Pierre Gignac (Brandão aos 27’/2T) e Loic Rémy. Técnico: Didier Deschamps.